
Várias escolas estão agendadas para visitar a Feira, segundo a gerente de atendimento do Pavilhão das Artes, Helena Maria da Costa. “Temos várias escolas agendadas e a expectativa é de que mais de mil alunos compareçam na Flimt. Essa troca de experiências é interessante porque podemos mostrar a cultura indígena para as crianças através de um contato direto com as máscaras, fotos, maquetes das ocas e principalmente com a literatura e aproveitam pra conhecer a Biblioteca que está prestes de completar 100 anos.”
Eliane Gonçalves, professora do Educa Mais da Escola Joana Dark, Bairro Real Parque em Cuiabá, ressalta a importância desta troca de experiências entre as crianças e os índios. “É muito importante porque as crianças assimilam novas etnias, costumes. Então é bom elas saberem que além daquele mundinho em que elas vivem, existem muito mais coisas pra conhecerem, viverem. Essa troca de experiência através dos livros, das exposições como as maquetes, fotografias, proporcionam uma nova experiência para elas.”
Para os alunos do terceiro ano da Escola Joana Dark, conhecer a Feira foi um momento inesquecível, Gilson Meira Filho de 8 anos comenta a experiência. "Achei muito legal a Feira por conhecer melhor os índios, ver como eles são antigos”. Sua colega Ana Carolina também gostou do que viu. "Aprendemos bastante coisa, é muito legal. Eu aprendi que eles moram em aldeia, como se alimentam. O que mais me chamou a atenção foi as maquetes das aldeias.”
A Flimt é uma realização da Secretaria de Estado de Cultura de Mato Grosso, com patrocínio da Petrobrás e Governo Federal.
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